sexta-feira, 20 de maio de 2016

Mulher é atingida por flechada dentro de ônibus no Pará

Uma mulher foi atingida por uma flecha, dentro de um ônibus, em Ananindeua, na região metropolitana de Belém (PA), segundo informações do G1.

A vítima, que levou a flechada no braço, foi levada ao Hospital Metropolitano e atendida.
A flecha foi disparada por uma arqueiro que praticava o esporte em condomínio próximo ao local em que o ônibus passava.
'Fiquei com medo de ter atingido um nervo', disse vítima de flechada que não teve o nome divulgado.
O ferimento foi superficial e agora a vítima prefere esquecer o acidente.
Polícia investiga o caso, suspeito de deve ser ouvido na próxima semana.

Janot pede que STF investigue corrupção em Belo Monte

Janot pede que STF investigue Renan e Jucá por corrupção em Belo Monte

Além do presidente do Senado e do ministro do Planejamento, o procurador pede ao STF que investigue também os senadores Valdir Raupp (SC) e Jader Barbalho (PA)

Brasília - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para investigar quatro integrantes da alta cúpula do PMDB por envolvimento em um esquema de corrupção na construção de Belo Monte que só foi descoberto com o avanço das investigações da Operação Lava-Jato. São alvos de Janot o senador licenciado e ministro do Planejamento, Romero Jucá, o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), e os senadores Valdir Raupp (SC) e Jader Barbalho (PA).
Janot pede que os quatro sejam incluídos no mesmo inquérito já aberto no STF que investiga o senador Edson Lobão (PMDB-MA) por suposto recebimento de propina paga pelas construtoras responsáveis pela construção da usina no Pará na época em que ele era ministro de Minas e Energia. O processo tramita em sigilo, ou seja, quando não é possível acompanhar seu andamento no sistema virtual do STF, e seu relator é o ministro Edson Fachin.

A inclusão dos quatro novos investigados tem como base duas delações premiadas obtidas na Lava Jato: a do ex-diretor de energia da Camargo Corrêa Luiz Carlos Martins e a do ex-senador Delcídio Amaral (sem partido-MS). Ambos descreveram ao Ministério Público um esquema de desvio de dinheiro dos contratos para a construção de Belo Monte que servia para financiar campanhas eleitorais de diversos candidatos, inclusive da presidente da República afastada, Dilma Rousseff.